você também quer ter um corpo verdadeiro?
sábado, dia 26, das 15h às 18h.
com Lúcia Soares
Lúcia é graduada em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1995), com mestrado (2001) e doutorado (2011) em Ciências Sociais/ Ciência Política pela PUC-SP. É pesquisadora no Nu-Sol (Núcleo de Sociabilidade Libertária do Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais da PUC-SP) desde 1997. Atualmente é professora de Sociologia e Antropologia na Diretoria de Saúde, no curso de Psicologia da Universidade Nove de Julho. Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Análise Institucional, atuando principalmente nos seguintes temas: movimento feminista, direitos difusos e abolicionismo penal.
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terça-feira, 22 de novembro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
MÓDULO V: COMISSÃO DA VERDADE
QUAL COMISSÃO? QUAL VERDADE?
Forças políticas e politicagens
DIA 29/10 - das 15h às 18h
Convidada:
ALICE DE MARCHI PEREIRA DE SOUZA - Militante, mestre me psicologia pela UFF. Coordena atualmente o CEAV/RJ (Centro de Atendimento a Vítimas de Violência) no Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis e traz discussões a respeito de violência institucional através da participação no Comitê Estadual de Prevenção e Combate à Tortura e no Coletivo RJ por Memória, Verdade e Justiça.
Clique na imagem para ampliAR!
Forças políticas e politicagens
DIA 29/10 - das 15h às 18h
Convidada:
ALICE DE MARCHI PEREIRA DE SOUZA - Militante, mestre me psicologia pela UFF. Coordena atualmente o CEAV/RJ (Centro de Atendimento a Vítimas de Violência) no Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis e traz discussões a respeito de violência institucional através da participação no Comitê Estadual de Prevenção e Combate à Tortura e no Coletivo RJ por Memória, Verdade e Justiça.
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
oficinas verdades e existências
MÓDULO IV: ABOLICIONISMO PENAL
DROGAS E ABOLIÇÃO DA PENA
DIA 24/09 das 15hs às 18hs
convidado:
THIAGO RODRIGUES - Professor no Departamento de Ciência Política da UFF e pesquisador no Nu-Sol/PUC-SP. Doutor em Relações Internacionais pela PUC-SP com estágio doutoral no IHEAL/Sorbonne Nouvelle. Autor, entre outros, de Narcotráfico, uma guerra na guerra (Desatino, 2003) e Guerra e política nas relações internacionais (Educ, 2010).
Horário: das 15h às 18h
Local: Centro Cultural Laurinda Santos Lobo – rua Monte Alegre, 306 – Santa Teresa
Coordenação: IES - Instituto de Estudos de Soma - e NexA - Núcleo de Experimentações Anárquicas
Apoio: Centro Cultural Laurinda Santos Lobo e CRP/RJ (Conselho Regional de Psicologia/Rio de Janeiro)
Confirme sua presença através do e-mail e receba sugestões de leitura. contato@estudosdesoma.org e margaridabomba@gmail.com
Mais informações: www.estudosdesoma.org - http://anarco-sabo.blogspot.com
domingo, 21 de agosto de 2011
Oficina: verdades e existências - AGOSTO (13 e 27)
Oficina: verdades e existências
Módulo III: Cidade e Subjetividade
Dia 13 de agosto: Vai para o mapa ou não vai?
Convidados: Cristina Lontra Nacif - doutora em Geografia pela UFRJ e prof. da Escola de Arquitetura e Urbanismo da UFF
Leonardo Name - doutor em Geografia pela UFRJ e prof; da PUC/RJ.
Dia 27: As práticas do habitat na política da produção de subjetividade
Convidada: Iazana Guizzo - arquiteta e urbanista, doutoranda em Urbanismo pela PROURB/UFRJ e mestre em estudos da subjetividade pela Psicologia/UFF.
Horário: das 15h às 18h
Local: Centro Cultural Laurinda Santos Lobo – rua Monte Alegre, 306 – Santa Teresa
Coordenação: IES - Instituto de Estudos de Soma - e NexA - Núcleo de Experimentações Anárquicas
Apoio: Centro Cultural Laurinda Santos Lobo e CRP/RJ (Conselho Regional de Psicologia/Rio de Janeiro)
Inscrições gratuitas através dos emails contato@estudosdesoma.org e margaridabomba@gmail.com
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Criminalização e Superlotação
Temas como a criminologia, abolicionismo penal e outros são discutidos na Oficinas Verdades e Existências que estão acontecendo no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.
Existem aqueles que acreditam (ou querem fazer acreditar) que no Brasil os presos possuem inúmeros benefícios, como está escrito em infame e-mail que circula atualmente pelas caixas de entrada e saída da internet. Certamente são esses que defendem o caminho da criminalização como politica de segurança, e certamente não hesitarão em apoiar a velha e lamentavelmente corriqueira "solução final" estilo massacre do Carandiru, e assim poderão por algum tempo cumprir suas penas mais confortavelmente em Alphaville 1 ou Alphaville 2,3...
Reportagem da Folha de São Paulo que trata da superlotação nas cadeias de SP:
FOLHA DE S. PAULO
São Paulo, Sábado 16 de Julho de 2011
Com 37 presos a mais ao dia, SP ganha novos Carandirus
"Cadeião de Pinheiros" abriga hoje 5.200 detentos, quase três por vaga
Desde fechamento da Casa de Detenção, em 2002, superlotação se agrava em unidades, inclusive no interior
Adriano Vizoni/Folhapress
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| Complexo Penitenciário de Pinheiros, na zona oeste de SP. |
ANDRÉ CARAMANTE
DE SÃO PAULO
Dados oficiais do governo mostram que, diariamente, cem pessoas deixam as prisões paulistas, enquanto outras 137 são encarceradas.
O saldo de 37 presos a mais por dia não só vem agravando a superlotação das cadeias como já criou um "novo Carandiru" em São Paulo.
Ele fica na zona oeste e divide a paisagem da marginal Pinheiros, uma das mais movimentadas da cidade, com prédios ultramodernos.
O complexo penitenciário de Pinheiros, ou "cadeião de Pinheiros", como é conhecido, é formado por quatro CDPs (Centro de Detenção Provisória) onde deveriam ficar só detentos à espera de julgamento. Hoje, abriga 5.200 presos, muitos já condenados. As quatro unidades dispõem de só 2.056 vagas.
Desativada em setembro de 2002, a Casa de Detenção de São Paulo, no bairro do Carandiru, zona norte, foi considerada por anos a maior prisão da América Latina e, em tempos de superlotação, abrigou em seus sete pavilhões até 8.000 presos.
O "cadeião de Pinheiros" comporta presos ligados à facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) e também detentos rejeitados pelos outros criminosos.
Nessa categoria estão homossexuais, travestis, dependentes químicos, estupradores e acusados de cometer crimes contra familiares. O ex-seminarista Gil Rugai, acusado de matar o pai e a madrasta em 2004, por exemplo, já esteve preso lá.
"No contato com os detentos de Pinheiros, percebemos que lá estão muitos usuários de crack presos no centro acusados de tráfico e também acusados de praticar crimes como pequenos furtos e roubos", diz José de Jesus Filho, da Pastoral Carcerária.
Há outros casos de superlotação no Estado. Hortolândia, região de Campinas, viu surgir o chamado "Carandiru Caipira" após a desativação da Casa de Detenção, em 2002. Na cidade do interior, as duas penitenciárias e os dois CDPs têm 6.100 detentos num espaço para 2.610.
Por conta de situações como essa, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) programou para o próximo dia 20 uma série de vistorias em unidades prisionais de São Paulo. "Como não há política prisional alternativa, as prisões acabam superlotadas", diz.
O governo tem a expectativa de que a reforma do Código do Processo Penal, em vigor há quase duas semanas, ajude a desafogar cadeias.
A nova legislação dá alternativas às prisões preventivas, como a restrição de circulação de acusados de crimes leves.
sábado, 2 de julho de 2011
oficina: verdades e existências - Módulo II
O primeiro módulo da oficina: verdades e existências serviu como um primeiro passo e também para abrir o apetite. As relações entre a verdade e o erro na psicologia serão retomadas neste segundo módulo e iniciaremos o tema "verdade-cidade", que será o tema geral do módulo III, em agosto.
dia 2 - a epistemologia e as psicologias
dia 16 - a psicologia e a criminologia: exame criminológico e o aprisionamento subjetivo
dia 30 - cartografia e mapeamentos na concepção das cidades
das 14h às 17h no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo
Caso queira participar, lembre-se de enviar um e-mail para que possamos encaminhar alguns textos que servem de sugestão de leitura.
contato@estudosdesoma.org ou margaridabomba@gmail.com
até mais,
Módulo II - As ciências e o método científico:
a identificação de todos os erros
dia 2 - a epistemologia e as psicologias
dia 16 - a psicologia e a criminologia: exame criminológico e o aprisionamento subjetivo
dia 30 - cartografia e mapeamentos na concepção das cidades
das 14h às 17h no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo
Caso queira participar, lembre-se de enviar um e-mail para que possamos encaminhar alguns textos que servem de sugestão de leitura.
contato@estudosdesoma.org ou margaridabomba@gmail.com
até mais,
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Oficina - Verdades e Existências
Apresentação
Este projeto é fruto de um trabalho que vem sendo realizado por um grupo transdisciplinar de alunos de graduação e pós-graduação de diferentes cursos e universidades: psicologia social, serviço social, arquitetura, geografia e direito. Desde 2007, este grupo se reúne para debater temas contemporâneos apontam para transformações nos espaços coletivos e individuais e que estão intimamente relacionados à política nas suas práticas cotidianas.
Este núcleo agregador foi fundamental para a constatação de dois pontos centrais. O primeiro deles se refere à inquestionável relevância de discussões teóricas e conceituais para uma reflexão sobre os problemas atuais. Nesse sentido, nada melhor do que esta multiplicidade de olhares e de experiências. Nossa segunda constatação nos levou a refletir sobre o empobrecimento destas discussões quando restritas ao universo acadêmico. Se as teorias servem de instrumentos transformadores, a prática deve estar sempre presente e não mais como ponto a posteriori, como conseqüência do pensamento. Trata-se de modos que seguem unidos: fazer pensando, pensar agindo.
A oficina verdades e existências serão realizadas no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, em Santa Teresa. Este bairro é conhecido nacional e internacionalmente como uma região que historicamente abrigou artistas e intelectuais. Talvez estas oficinas possam abrir ainda mais as portas e janelas para que novas trocas – relativas ao conhecimento, à arte e aos afetos – sirvam de experiências capazes de transformar mundos e existências.
Metodologia
A oficina será dividida por módulos (cada módulo corresponde a um mês). A coordenação deste projeto irá propor os temas dos dois primeiros módulos (junho e julho), sendo que os seguintes serão determinados em conjunto com os participantes. Cada encontro será dividido em três partes.
A primeira parte, a ser realizada pela equipe coordenadora, será uma introdução ao tema proposto, com uma breve análise sobre os conceitos que serão apresentados na segunda etapa do encontro. Ainda nesta primeira etapa, um oficineiro(a) irá apresentar um “dispositivo” relativo ao tema, que poderá ser feito a partir de um texto ou ainda através de instrumentos áudio-visuais, jogos lúdicos, teatrais, etc. A cada encontro teremos um(a) convidado(a) que fará, nesta segunda etapa, uma apresentação mais específica sobre o tema. Ao final do encontro será realizado um debate para que as idéias ali trazidas possam ser dialogadas com os participantes.
Cabe à coordenação a seleção de textos e obras que serão distribuídas a cada participante no momento da inscrição e que servirão de base teórica para a discussão nos encontros. Aos interessados, serão entregues certificados de participação nas oficinas.
Para este primeiro módulo, o tema proposto foi Sujeitos, verdades e crimes. Este tema irá debater esta tensão presente no campo psi, analisando principalmente a relação que a psicologia estabelece com a noção de verdade (o dizer verdadeiro, a verdade e o corpo, a coragem da verdade). Em oposição ao termo verdade temos o erro e, com ele, suas diversas categorias semânticas: o falso, a ficção, a ilusão, a morte e o crime. No segundo encontro convidamos dois advogados que atuam na área criminal para aprofundarmos esta questão e para debatermos conceitos centrais ligados ao abolicionismo penal.
Como segundo módulo, pretendemos oferecer uma discussão que amplie esta tensão para os espaços das cidades contemporâneas, problematizando os ordenamentos e as classificações espaciais e sociais. Para isso debateremos temas ligados ao urbanismo e à arquitetura.
Módulo I: Sujeitos, verdades e crimes
Dia 4: A psicologia e o desvelamento das verdades
Introdução ao tema: Vera Schroeder.
Oficineiro: Cristiano Rodrigues.
Convidado: Antonio Carlos Cerezzo – Doutor em Psicologia Social pela USP, Psicólogo da Fundação Municipal de Saúde de Niterói.
Dia 18: A verdade nas cidades contemporâneas: a criminologia dos erros
Introdução ao tema: Vera Schroeder.
Oficineiro: Daniel Adolpho Daltin Assis – advogado do CEDECA, Interlagos (Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Interlagos).
Convidados: Daniel Adolpho Daltin Assis e Raul Carvalho Nin Ferreira – advogado e estudante de filosofia (USP) com experiência em movimentos sociais.
Resumo das atividades
Módulo I: Sujeitos, verdades e crimes
Aulas em junho, quinzenais.
Sábados, dias 4 e 18, das 15h às 18h
Local: Centro Cultural Laurinda Santos Lobo - rua Monte Alegre, 306 – Santa Teresa
Coordenação: Instituto de Estudos de Soma e NExA (Núcleo de Experimentações Anárquicas)
Apoio: Centro Cultural Laurinda Santos Lobo e CRP/RJ (Conselho Regional de Psicologia/Rio de Janeiro)
Inscrições gratuitas através dos endereços eletrônicos:
www.estudosdesoma.org
http://anarco-sabo.blogspot.com
Coordenação
Cristiano Rodrigues. Possui mestrado pela Universidade Federal Fluminense – UFF, com estudos voltados à psicologia clínica e social.
Emmanuel Vilas Boas. Geógrafo formado pela UFF e pós-graduado em Gestão Ambiental pela Gama Filho.
Felipe Nin. Graduando em Arquitetura, UFF.
Renata de Oliveira Santos. Atriz formada pela Escola de Teatro Martins Pena e graduanda em Serviço Social pela PUC-Rio. Coordenadora da Ong Terr’Ativa, que desenvolve trabalhos sociais com crianças e adolescentes no Morro do Fubá, Cascadura.
Vera Schroeder. Doutora em Psicologia Social pela UERJ/Université de Liège. Presidente do Instituto de Estudos de Soma.
Este projeto é fruto de um trabalho que vem sendo realizado por um grupo transdisciplinar de alunos de graduação e pós-graduação de diferentes cursos e universidades: psicologia social, serviço social, arquitetura, geografia e direito. Desde 2007, este grupo se reúne para debater temas contemporâneos apontam para transformações nos espaços coletivos e individuais e que estão intimamente relacionados à política nas suas práticas cotidianas.
Este núcleo agregador foi fundamental para a constatação de dois pontos centrais. O primeiro deles se refere à inquestionável relevância de discussões teóricas e conceituais para uma reflexão sobre os problemas atuais. Nesse sentido, nada melhor do que esta multiplicidade de olhares e de experiências. Nossa segunda constatação nos levou a refletir sobre o empobrecimento destas discussões quando restritas ao universo acadêmico. Se as teorias servem de instrumentos transformadores, a prática deve estar sempre presente e não mais como ponto a posteriori, como conseqüência do pensamento. Trata-se de modos que seguem unidos: fazer pensando, pensar agindo.
A oficina verdades e existências serão realizadas no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, em Santa Teresa. Este bairro é conhecido nacional e internacionalmente como uma região que historicamente abrigou artistas e intelectuais. Talvez estas oficinas possam abrir ainda mais as portas e janelas para que novas trocas – relativas ao conhecimento, à arte e aos afetos – sirvam de experiências capazes de transformar mundos e existências.
Metodologia
A oficina será dividida por módulos (cada módulo corresponde a um mês). A coordenação deste projeto irá propor os temas dos dois primeiros módulos (junho e julho), sendo que os seguintes serão determinados em conjunto com os participantes. Cada encontro será dividido em três partes.
A primeira parte, a ser realizada pela equipe coordenadora, será uma introdução ao tema proposto, com uma breve análise sobre os conceitos que serão apresentados na segunda etapa do encontro. Ainda nesta primeira etapa, um oficineiro(a) irá apresentar um “dispositivo” relativo ao tema, que poderá ser feito a partir de um texto ou ainda através de instrumentos áudio-visuais, jogos lúdicos, teatrais, etc. A cada encontro teremos um(a) convidado(a) que fará, nesta segunda etapa, uma apresentação mais específica sobre o tema. Ao final do encontro será realizado um debate para que as idéias ali trazidas possam ser dialogadas com os participantes.
Cabe à coordenação a seleção de textos e obras que serão distribuídas a cada participante no momento da inscrição e que servirão de base teórica para a discussão nos encontros. Aos interessados, serão entregues certificados de participação nas oficinas.
Para este primeiro módulo, o tema proposto foi Sujeitos, verdades e crimes. Este tema irá debater esta tensão presente no campo psi, analisando principalmente a relação que a psicologia estabelece com a noção de verdade (o dizer verdadeiro, a verdade e o corpo, a coragem da verdade). Em oposição ao termo verdade temos o erro e, com ele, suas diversas categorias semânticas: o falso, a ficção, a ilusão, a morte e o crime. No segundo encontro convidamos dois advogados que atuam na área criminal para aprofundarmos esta questão e para debatermos conceitos centrais ligados ao abolicionismo penal.
Como segundo módulo, pretendemos oferecer uma discussão que amplie esta tensão para os espaços das cidades contemporâneas, problematizando os ordenamentos e as classificações espaciais e sociais. Para isso debateremos temas ligados ao urbanismo e à arquitetura.
Módulo I: Sujeitos, verdades e crimes
Dia 4: A psicologia e o desvelamento das verdades
Introdução ao tema: Vera Schroeder.
Oficineiro: Cristiano Rodrigues.
Convidado: Antonio Carlos Cerezzo – Doutor em Psicologia Social pela USP, Psicólogo da Fundação Municipal de Saúde de Niterói.
Dia 18: A verdade nas cidades contemporâneas: a criminologia dos erros
Introdução ao tema: Vera Schroeder.
Oficineiro: Daniel Adolpho Daltin Assis – advogado do CEDECA, Interlagos (Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Interlagos).
Convidados: Daniel Adolpho Daltin Assis e Raul Carvalho Nin Ferreira – advogado e estudante de filosofia (USP) com experiência em movimentos sociais.
Resumo das atividades
Módulo I: Sujeitos, verdades e crimes
Aulas em junho, quinzenais.
Sábados, dias 4 e 18, das 15h às 18h
Local: Centro Cultural Laurinda Santos Lobo - rua Monte Alegre, 306 – Santa Teresa
Coordenação: Instituto de Estudos de Soma e NExA (Núcleo de Experimentações Anárquicas)
Apoio: Centro Cultural Laurinda Santos Lobo e CRP/RJ (Conselho Regional de Psicologia/Rio de Janeiro)
Inscrições gratuitas através dos endereços eletrônicos:
www.estudosdesoma.org
http://anarco-sabo.blogspot.com
Coordenação
Cristiano Rodrigues. Possui mestrado pela Universidade Federal Fluminense – UFF, com estudos voltados à psicologia clínica e social.
Emmanuel Vilas Boas. Geógrafo formado pela UFF e pós-graduado em Gestão Ambiental pela Gama Filho.
Felipe Nin. Graduando em Arquitetura, UFF.
Renata de Oliveira Santos. Atriz formada pela Escola de Teatro Martins Pena e graduanda em Serviço Social pela PUC-Rio. Coordenadora da Ong Terr’Ativa, que desenvolve trabalhos sociais com crianças e adolescentes no Morro do Fubá, Cascadura.
Vera Schroeder. Doutora em Psicologia Social pela UERJ/Université de Liège. Presidente do Instituto de Estudos de Soma.
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